Introdução
O Século xx assistiu a uma alteração radical na maneira de ser e estar da sociedade.
Novas palavras foram incluídos, novos vocabulários de muitos como é o caso da Internet, do computador, rádio, televisão etc.
O Século xx assistiu a uma alteração radical na maneira de ser e estar da sociedade.
Novas palavras foram incluídos, novos vocabulários de muitos como é o caso da Internet, do computador, rádio, televisão etc.
Sociedade em rede: inclusão ou exclusão social?
O que é a Internet?
A Internet é conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.
"A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade, a sociedade em rede" (M. Castells).
A Sociedade em Rede
A produção em massa e o comércio, graças aos meios de transporte mais eficientes, foram os pilares principais da revolução industrial. A sociedade industrial, foi uma estrutura ainda relativamente estável, rígida e hierarquizada. Nesta sociedade a rentabilidade era medida pela criação de valor acrescentado em produtos transformados a partir de matéria-prima menos valiosa e a produção, centralizada em grandes unidades fabris, injectava no mercado produtos estandardizados a hordes de consumidores indiferenciados.
Tornou-se um cliché dizer que hoje vivemos na sociedade da informação, uma revolução impulsionada pela Internet e as telecomunicações. Esta expressão é infeliz. Sempre vivemos numa sociedade de informação dado que ela, mais que os produtos, é o cimento da sociedade. O que as telecomunicações e os transportes modernos revolucionaram foi a quantidade, facilidade e rapidez com que os agentes económicos podem trocar e integrar informações bem como comercializar produtos – no fundo interagir.
Hoje a informação não vem embalada em átomos, como no século XIX, mas em bits, por isso flúi fácil e livremente curto-cicuitando hierarquias, ignorando distâncias, galgando barreiras alfandegárias. Estamos a caminhar para uma realidade em que tudo está a ligado a tudo: os frigoríficos em sua casa ao fabricante na Alemanha, as compras no café cruzadas com a sua escolha de férias, os consumidores de batatas com os produtores. São geradas quantidades colossais de dados a que cada indivíduo pode aceder e ele próprio alimenta mesmo involuntariamente. Estamos perante um novo modelo de sociedade: a sociedade da rede. Vejamos o quer isso dizer.
• Na sociedade industrial a riqueza está ligada à matéria e ao valor acrescentado na forma de produtos. Na sociedade em rede o valor está na informação disponível e na capacidade de a usar. Por exemplo, hoje o soldado deixou de ser um combatente para se tornar num agente que recebe e envia instantaneamente informação para os centros de decisão. Aí, armas eficientes, como mísseis ou meios aéreos, são direccionadas para o local onde se encontra o soldado e cumprir a missão. A diferença entre ele e o inimigo não está tanto nas armas que possui mas na capacidade de enviar e usar informação de forma a tirar máxima eficiência dos recursos disponíveis.
• Na sociedade em rede a comunicação é sobretudo horizontal e faz-se directamente entre os agentes, não de uma forma hierárquica. A comunicação directa entre um produtor e os consumidores aliada a linhas de produção versáteis, possibilita a confecção de produtos únicos desenhados ao gosto do cliente, ou qualquer defeito detectado num produto pode ser directamente comunicado ao sector responsável. Esta capacidade de intervenção do consumidor acaba com a estandardização e torna-o parte integrante do processo de fabrico. Assim ele adquire ainda mais poder e as diferenças entre produtor e consumidor esvaem-se.
O bom e o mau da Internet
Na nossa opinião a Internet trouxe muitos aspectos positivos à sociedade moderna. De entre eles poderemos destacar:
A facilidade de viajarmos sem sair do mesmo lugar:
conhecermos outras pessoas que não estão no mesmo sitio que nós;
aceder ao hospital, às finanças, à segurança social ao banco e as muitas outras coisas mais.
Mas será que todos têm essa facilidade? Não! Porque nem todas as pessoas têm acesso a um computador e muito menos ainda à Internet. Pessoas que vivem nas aldeias ou mesmo as que vivem nas cidades, nem sempre têm condições financeiras para isso. Embora se fale hoje em dia de que é acessível a todos, isso esta longe de ser verdade.
Lavínia e Mimila
O que é a Internet?
A Internet é conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.
"A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade, a sociedade em rede" (M. Castells).
A Sociedade em Rede
A produção em massa e o comércio, graças aos meios de transporte mais eficientes, foram os pilares principais da revolução industrial. A sociedade industrial, foi uma estrutura ainda relativamente estável, rígida e hierarquizada. Nesta sociedade a rentabilidade era medida pela criação de valor acrescentado em produtos transformados a partir de matéria-prima menos valiosa e a produção, centralizada em grandes unidades fabris, injectava no mercado produtos estandardizados a hordes de consumidores indiferenciados.
Tornou-se um cliché dizer que hoje vivemos na sociedade da informação, uma revolução impulsionada pela Internet e as telecomunicações. Esta expressão é infeliz. Sempre vivemos numa sociedade de informação dado que ela, mais que os produtos, é o cimento da sociedade. O que as telecomunicações e os transportes modernos revolucionaram foi a quantidade, facilidade e rapidez com que os agentes económicos podem trocar e integrar informações bem como comercializar produtos – no fundo interagir.
Hoje a informação não vem embalada em átomos, como no século XIX, mas em bits, por isso flúi fácil e livremente curto-cicuitando hierarquias, ignorando distâncias, galgando barreiras alfandegárias. Estamos a caminhar para uma realidade em que tudo está a ligado a tudo: os frigoríficos em sua casa ao fabricante na Alemanha, as compras no café cruzadas com a sua escolha de férias, os consumidores de batatas com os produtores. São geradas quantidades colossais de dados a que cada indivíduo pode aceder e ele próprio alimenta mesmo involuntariamente. Estamos perante um novo modelo de sociedade: a sociedade da rede. Vejamos o quer isso dizer.
• Na sociedade industrial a riqueza está ligada à matéria e ao valor acrescentado na forma de produtos. Na sociedade em rede o valor está na informação disponível e na capacidade de a usar. Por exemplo, hoje o soldado deixou de ser um combatente para se tornar num agente que recebe e envia instantaneamente informação para os centros de decisão. Aí, armas eficientes, como mísseis ou meios aéreos, são direccionadas para o local onde se encontra o soldado e cumprir a missão. A diferença entre ele e o inimigo não está tanto nas armas que possui mas na capacidade de enviar e usar informação de forma a tirar máxima eficiência dos recursos disponíveis.
• Na sociedade em rede a comunicação é sobretudo horizontal e faz-se directamente entre os agentes, não de uma forma hierárquica. A comunicação directa entre um produtor e os consumidores aliada a linhas de produção versáteis, possibilita a confecção de produtos únicos desenhados ao gosto do cliente, ou qualquer defeito detectado num produto pode ser directamente comunicado ao sector responsável. Esta capacidade de intervenção do consumidor acaba com a estandardização e torna-o parte integrante do processo de fabrico. Assim ele adquire ainda mais poder e as diferenças entre produtor e consumidor esvaem-se.
O bom e o mau da Internet
Na nossa opinião a Internet trouxe muitos aspectos positivos à sociedade moderna. De entre eles poderemos destacar:
A facilidade de viajarmos sem sair do mesmo lugar:
conhecermos outras pessoas que não estão no mesmo sitio que nós;
aceder ao hospital, às finanças, à segurança social ao banco e as muitas outras coisas mais.
Mas será que todos têm essa facilidade? Não! Porque nem todas as pessoas têm acesso a um computador e muito menos ainda à Internet. Pessoas que vivem nas aldeias ou mesmo as que vivem nas cidades, nem sempre têm condições financeiras para isso. Embora se fale hoje em dia de que é acessível a todos, isso esta longe de ser verdade.
Lavínia e Mimila
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